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Magnetoterapia: tratamento alternativo para dor

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De energia imperceptível visualmente, a terapia com uso de imãs pode proporcionar efeitos como diminuição da dor, aumento da regeneração celular e redução de inflamações

Por: Livia Capeli

Tensão, estresse, insônia, dores na coluna… No dia a dia ficamos suscetíveis a vários tipos de dores que se prolongam e demoram em desaparecer. Entretanto, o que poucas pessoas sabem é que alguns destes desconfortos podem ser algumas vezes aliviados por meio de terapias alternativas e um estilo de vida mais saudável.

O terapeuta holístico e de yogaterapia Daniel Galviolli explica que alguns processos como alívio de dores, restabelecimento da energia, estresse, equilíbrio do sono, por exemplo, podem ser tratados de diversas maneiras alternativas e naturais. “Aliado a um estilo de vida saudável, com uma boa reeducação alimentar e atividades físicas regulares, a terapia com magnetoterapia através do uso de pequenas peças magnéticas (pastilhas) com infravermelho longo e curto, desde que colocados corretamente por um especialista, pode ser uma forma alternativa de tratamento não medicamentoso”, afirma.

Segundo pesquisas, o consumo de alimentos com agrotóxicos, a deficiência de sol e a falta de algumas vitaminas, como a D, na chamada escassez magnética, assim como a ausência de contato direto com a terra e a natureza, devido ao surgimento das novas energias e radiações emitidas principalmente por uso de celulares e aparelhos roteadores de Wi-Fi, podem ser prejudiciais ao equilíbrio do organismo, causando doenças.

Para o terapeuta, o tratamento por meio da tecnologia de magnetoterapia, principalmente usando pastilhas de infravermelho, pode ajudar a restabelecer este equilíbrio energético, que algumas vezes é prejudicado pelo uso e exposição excessiva da atual tecnologia.

Tratamento para dor

A técnica com magnetoterapia, usando essas pequenas peças de infravermelho, agem por meio de emissão de ondas eletromagnéticas de 4 a 14 micróns, os produtos são idealizados para ficar em contato da pele na parte externa do corpo, onde há dor. As pastilhas são compostas por uma fibra de poliéster contendo no seu interior platina, titânio e alumínio, além de mais 32 itens. A aplicação vai de acordo com a medicina tradicional chinesa, e nos pontos com queixa de desconforto.

A empresária Andressa Cristina Ribeiro Seixas, de 32 anos, sofria com dores na coluna e nos tendões da perna quando resolveu recorrer ao método de tratamento alternativo com as pastilhas de infravermelho. “Depois de técnicas de respiração e relaxamento, o terapeuta colocou as pastilhas com a ajuda de um micropore. Imediatamente senti um bem-estar e a dor passou. Eu gostei bastante, principalmente pela questão da consciência corporal. Indiquei para várias pessoas”, relata.

Outra que diz ter se beneficiado com a terapia das pastilhas de infravermelho foi a instrutora de mindfulness, meditação e yoga e professora universitária, Miriam Rocha, de 52 anos. Ela conta que estava sofrendo com um problema renal e fez o tratamento com as pastilhas durante 60 dias. “Procurei a ajuda de diversas especialidades médicas, fiz uma bateria de exames, sem resposta para resolver meu problema, até que tentei o tratamento alternativo com as pastilhas de infra. Foi como se eu tivesse realizado uma reprogramação do meu corpo. Agora eu estou com a função renal regularizada e não estou mais usando as pastilhas há 45 dias. Eu brinco, pode levar meu cartão de crédito, mas não leva minhas pastilhas”, diz.

Vale lembrar que o método alternativo ainda não tem comprovação científica, por outro lado, pode ser um aliado de outros tratamentos multiprofissionais. Médicos, fisioterapeutas, terapeutas e psicólogos devem trabalhar juntos em casos de dor ou doenças crônicas. Quando isso acontece, o resultado é muito mais satisfatório.

Pastilhas de infravermelho em vários produtos

Muita gente já ouviu falar de colchões magnéticos, a versão mais popular do uso de pastilhas. Mas não é apenas na composição dos colchões que as pequenas pastilhas podem ser utilizadas. As pulseiras magnéticas, por exemplo, funcionam como um potente material de apoio em diversos tratamentos.

As pulseiras, segundo especialistas, contêm uma tecnologia chamada Taquiônica (junção de tecnologia bioquântica e grafeno, o que pode proporcionar uma melhora na ressonância celular). As pulseiras também são compostas de tecnologia BionLife, que traz cargas de íons negativos, possivelmente encontrados e extraídos em áreas de cachoeiras, florestas e a beira mar. Terapeutas afirmam que este íons negativos podem ajudar a melhorar a saúde, juntamente com as pastilhas de infravermelho longo e curto.

Além do uso das pastilhas diretamente no local da dor, ainda existem as pulseiras magnéticas e as palmilhas para colocar no interior de calçados. Para especialistas, o corpo, ao realizar esforço físico, libera ácido láctico, responsável pelas dores musculares e fadigas. Neste caso, as palmilhas magnéticas podem prevenir e aliviar o estresse, dor nas pernas e varizes. Elas são compostas por imãs de ferrite e neodímio e infravermelho longo, localizados em pontos estratégicos da palmilha.

Outro produto baseado na tecnologia magnética são os ionizadores de água. Uma espécie de cápsula contendo dolomita (uma pedra mineral composta por carbonato de cálcio e magnésio) e pastilhas de infravermelho. Podem ser colocadas dentro de filtros e jarras de água e podem mineralizar e alcalinizar a água.

fonte: diariodaregiao.com.br

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